sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A candura da Natureza Feminina.


Feminilidade
Por:  Cleonice Gonçalves.
A feminilidade é uma realidade projetada e criada por Deus – seu dom precioso  a toda mulher e sob um aspecto diferente, um presente gracioso também para os homens. A diferença entre homens e mulheres não é apenas uma questão biológica. Em todos os períodos da história da humanidade e até décadas recentes, o conceito geral era o de que as diferenças eram tão óbvias que não havia necessidade de comentá-las. Contudo, nunca tanto como hoje se faz mais relevante o lembrete de Paulo aos Cristãos de Roma para que os padrões do mundo não venham a nos moldar, mas, sim,  que deixemos Deus renovar nosso interior, nossa mente         ( Rm 12.2)

Nem o homem, nem a mulher são suficientes para abrigar, sozinhos, a imagem divina            (Gn 1.27). Os dois juntos, no entanto, representam a imagem de Deus – um deles, de uma forma especial, o iniciador; o outro, o correspondente. Deus fez Eva a partir do homem e  trouxe para o homem (Gn 2.21,22). Quando Adão deu o nome a Eva, aceitou a responsabilidade de “desposá-la” – de ser seu provedor, protetor e líder (Gn 2.15-17,23; 3.20).
A submissão é o ingrediente básico da feminilidade. Como noiva, a mulher no casamento abre mão de sua independência, de seu nome, de seu destino, de sua vontade e, por último no quarto nupcial, de seu corpo para o noivo. Como mãe, ela abre mão, no real sentido, da própria vida em beneficio da vida do filho. Como solteira , ela se rende de forma ímpar para servir ao Senhor à família e à comunidade.
A feminilidade é receptiva. Ela aceita o que Deus dá. Em outras palavras, as mulheres devem receber o que lhes é dado. Seguindo o exemplo de Maria (Lc 1.38), e não insistir no que não lhes é dado, repetindo o engano de Eva (Gn 3.1-6). Isso não implica que a mulher deva submeter-se a perversidades, como coerções ou conquistas violentas.
O espírito manso e tranqüilo do qual Pedro fala é o ornamento da feminilidade (I Pe 3.4), que encontrou o exemplo ideal em Maria, mãe de Jesus. Ela estava disposta a ser um vaso escondido, desconhecido, exceto no que se referia a ser mãe de alguém importante. Esse tipo de maternidade esta a disposição de toda mulher que se humilha diante do Senhor, não para que desempenhe simplesmente um papel biológico, mas para que exerça uma atitude de abnegação e de  submissão ao Senhor.
O desafio da feminilidade bíblica é que você seja uma mulher realmente santa, que nada pede a não ser o que Deus deseja lhe dar, recebendo co ambas as mãos, e de todo coração, seja o que for. A feminilidade é um tesouro precioso para ser guardado e acalentado a cada dia.
Fonte: A Bíblia da Mulher.

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